UNIAO SANTAMARIENSE DE RADIOAMADORES - SANTA MARIA/RS
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UNIÃO SANTAMARIENSE DE RADIOAMADORES - SANTA MARIA/RS
Rua Venâncio Aires, 2025 - Sala 201 - 97.010-005 Santa Maria - RS Tel: 55 3222 1155
Reconhecida de Utilidade Pública Municipal - Lei 824/59
Reconhecida de Utilidade Pública Estadual - Lei 22.644/73
Fundada em 10/01/1949

 
QTC INFORMATIVO
Muita informação para sua formação radioamadorística
Quartas-feiras - 20:00 h - 145.370 MHz
QTC DA LABRE RS
Sábado: 13:30 hs - 7.155 KHz
Sábado: 18:00 hs - 3.760 KHz
 
 

VHF

Uma faixa fascinante de comunicação
 
Repetidora Dr. Athos Pereira Granja do Grupo de VHF da USRA
 
Localização: Morro das Antenas
Altitude: 350 m
Freqüência: 145.370 MHz
Potência: 45 W
Prefixo: PY 3 SMA
 

 

Espectro de Frequência

Ética Operacional

Funcionamento

Mapa de Propagação

Repetidoras do RS

Uso de Estações Repetidoras

A HISTÓRIA DO VHF

 

A sigla VHF, denominação popular de ondas métricas, representa o segmento do espectro de ondas eletromagnéticas compreendidas entre 30 MHz (exclusive) e 300 MHz (inclusive).

Visto que a utilização de VHF só se tornou popular entre os radioamadores brasileiros na década de 70, poucos radioamadores vão acreditar que sua tecnologia é mais antiga do que a das ondas médias e curtas.

De fato, Heinrich Hertz, em 1884, já gerava ondas de 100 MHz com seu transmissor de faísca, com a entrefaísca ligada a um dipolo terminado com dois discos de metal, representando carga capacitiva. O receptor, a 9 m de distância, era um loop ressonante de uma espira, entre cujo entre ferro pulava faisca cada vez que o transmissor de 100 MHz era acionado. Mais tarde, em 1894, Lodge substituiu o loop por um coesor de Branly, com o qual conseguiu aumentar o alcance do transmissor de VHF de Hertz à distância de 30 m.

Os primeiros experimentadores de rádio operaram, por acaso, em freqüências elevadas. Visto que os circuitos acoplados aos geradores de faísca eram pequenos, eles inerentemente ressonaram em freqüências elevadas. Na ltália, Righi gerou ondas de I 000 MHz em 1890, outros inventores italianos chegaram a 3 000 MHz, e na índia, na virada do século, Bhose já trabalhou com microondas e com guias de ondas primitivas. Obviamente, a medição das freqüências, através dos comprimentos de onda correspondentes, foi efetuada por meio de linhas Lecher, inventadas em 1889. Marconi iniciou seus trabalhos de rádio em 1895 com 150 MHz, na banda de 2 m, e até utilizou refletor parabólico para concentrar o feixe e aumentar o alcance, antes do fim do século

Todos chegaram à conclusão de que, para aumentar o alcance, deveriam utilizar comprimentos de onda maiores. Assim, a tecnologia VHF ficou hibernando durante vinte anos.

 

Coube aos radioamadores o mérito de ressuscitar o VHF. No número de outubro de 1924 da QST, órgão oficial da ARRL, o editor técnico publicou o primeiro artigo com os detalhes de construção de um transmissor de 5 m (60 MHz), utilizando como oscilador uma válvula C-302, da qual retirou a base para reduzir a capacitância intereletrodos. Os radioamadores o copiaram utilizando válvulas tipo 45 e 7lA de sucata.

A revista QST deu grande impulso às freqüências acima de 30 MHz. Na edição de julho de 1931, o editor técnico Jim Lamb publicou um artigo de onze páginas sobre os osciladores de UHF, chegando com as válvulas da época a 600 MHz (50 cm), com circuitos Barkhausen-Kurz e tecnologia Gill-Morrell. No mesmo número, o editor técnico assistente Ross Hall publicou um receptor super-regenerativo de três válvulas para 60 MHz (5 m), que era, na época, a banda de radioamador correspondente à nossa faixa atual de 50 MHz (6 m). No número seguinte, em agosto, Ross Hall, que foi um dos grandes pioneiros de VHF, publicou um transceptor com duas válvulas 7 I A em push-pull, modulados em AM por duas válvulas 47, ligadas em paralelo. Ele conseguiu operação duplex entre duas estações, utilizando 56 MHz de um lado e 60 MHz do outro.

Nas três décadas que se seguiram, o VHF era só objeto de experiência de poucos experimentadores, mas, na década de 60, a indústria eletrônica especializada em equipamento de radiocomunicação profissional teve que procurar sucessor ao sistema de modulação AM que dominou até então as comunicações em fonia.

A decisão sobre a modulação sucessora da AM foi diferente para ondas curtas e para VHF. Em ondas curtas, a opção recaiu sobre o SSB, ao qual os vários estudos atribuíram uma vantagem de 12 dB sobre AM. Em VHF, e contrariamente às comunicações aeronáuticas, que já estavam utilizando em escala mundial AM nas comunicações de fonia em VHF, a escolha recaiu sobre a FM de banda estreita (desvio de ± 7,5 kHz). Para fins de comparação, podemos lembrar que a radiodifusão em FM trabalha com banda larga (desvio de ± 75 kHz), enquanto os telefones sem cordão trabalham com FM super estreita (desvio de ±3 kHz).

Para nós, radioamadores, é interessante mencionar que a primeira demonstração pública de modulação em freqüência, inventada e patenteada pelo major Edwin Howard Artnstrong, em 1933, foi realizada da casa do radioamador C.R. (Randy) Runyon, W2AG, situada à North Broadway 544, em Yonkers, até a sede do Institute of Radio Engineers (IRE), na rua 39, em Manhattan, na cidade de Nova Iorque.

A introdução de FM nas bandas de VHF de radioamadores conquistou os Estados Unidos na década de 60 e os países latino-americanos na década de 70, especialmente devido ao aparecimento de estações repetidoras que aumentaram o alcance além dos limites de visibilidade direta entre as duas estações em contato. Até meados da década de 70, os transceptores eram equipados com cristais avulsos, porém a freqüência sintetizada tomou conta rapidamente do mercado, seguida por scanners, memórias, subtons, chamadas seletivas codificadas e uma série sem fim de outros atrativos e de sofisticações de ordem técnica.

Inexiste sombra de dúvida de que o advento do VHF liberou o radioamador de seu shack, facilitou o seu contato com o mundo no carro, na rua, em excursões, viagens etc., devido às dimensões e ao peso reduzidos do equipamento e da antena, especialmente nos handy-talkies e transceptores de bolso de colete. Eles podem colocá-lo em contato com a rede telefônica e com o mundo, de qualquer lugar onde possa acionar sua repetidora com autopatch.

Para se comunicar com o mundo, o operador de VHF nem precisa recorrer ao sistema telefônico. Já temos em órbita microsatélites equipados com Packet Radio (PACSAT, LUSAT), que recebem a mensagem e retransmitem à estação destinatária em qualquer parte do mundo por onde eles passam. E mesmo sem satélite, o radioamador pode obter resultados semelhantes, equipando seu veículo com transceptor de VHF e a sua estação fixa com sistema de telecomando. Com isso ele poderá ligar do carro seu transceptor de HF, seu amplificador linear, sintonizar os dois para a freqüência em que deseja operar, girar a antena de ondas curtas para a direção desejada e estabelecer contatos de seu automóvel - com todas as conveniências de uma estação fixa bem equipada - em ondas curtas.

A tecnologia de VHF, que foi descartada na virada do século por ser considerada de pouco alcance, tomou-se na última década do mesmo século não somente de alcance mundial, mas foi muito além, aonde as ondas curtas, médias e longas não mais puderam ser utilizadas. De fato, com a única exceção dos satélites amadores russos RS, todas as comunicações para fora de nosso planeta são efetuadas em VHF, UHF e SHF, como acontece, por exemplo, nos contatos com a sonda Pioneer, que já ultrapassou Plutão, o último planeta do sistema solar.

 
Espectro de VHF
 

SUB-FAIXAS EM MHZ

TIPOS DE EMISSÃO QUE RESULTEM OS MODOS

144.000 - 144.100

CW e emissão de sinais piloto (BEACON)

144.100 - 144.500

CW e fonia (SSB)

144.500 - 144.600

Fonia (SSB)

144.600 - 144.900

Repetidoras (entradas), fonia (FM), saídas + 600 KHz

144.900 - 145.100

FM e emissões digitais

145.100 - 145.200

Fonia (SSB)

145.200 - 145.500

Repetidoras (saídas), fonia (FM), entradas - 600 KHz

145.500 - 145.800

Todos os tipos de emissão permitidos

145.800 - 146.000

Comunicação via satélite - Emissões digitais

146.000 - 146.390

Repetidoras (entrada), fonia (FM), saídas + 600 KHz

146.390 - 146.600

Fonia (FM) - Simplex

146.600 - 146.990

Repetiras (saídas) fonia (FM), entrada - 600 KHz

146.990 - 147.400

Repetidoras (saídas), fonia (FM), entrada + 600 KHz

147.400 - 147.590

Fonia (FM) - Simplex

147.590 - 148.000

Repetidoras (entrada), fonia (FM) saída - 600KHz

 

Freqüência de chamada é aquela que, destinada ao fim especifico declarado, serve tanto para chamar com para atender, seguindo-se de imediato pedido de QSY para determinada freqüência por parte de quem chamou. Mantenha-a sempre livre para que outros possam usa-la. Em caso de QSO preestabelecido, determine freqüência antecipadamente para não utilizar a freqüência de chamada e depois ter que passar para outra.
A lei não faz restrições a modo de transmissão nestas freqüências. No entanto, usar-se modo diferente do costumeiro FM (salvo curtas experimentações ou emergência), é considerado comportamento estranho, se não antiético e pouco cavalheiresco. No caso de praticas de telegrafia modulada (aulas) ou de RTTY. Seria conveniente o uso de um dos canais do segmento superior de faixa, comumente livres, para não causar interferência nas freqüências não canalizadas (Esta recomendação não é valida no segmento de 144900kHz a 145.100 kHz, onde a Legislação Brasileira, no tocante ao Packet, permite Emissões Digitais).
Neste segmento, a Legislação Brasileira prevê que de 145.500kHz a 145.800 kHz destina-se a todos os tipos de emissão e que, de 145.800kHz a 146.000kHz, temos comunicações via satélite (emissões digitais).
Recomendação geral: em todos os segmentos não canalizados evitar transmissão exatamente na freqüência limítrofe. As laterais de modulação ou o desvio de freqüência fatalmente penetrarão no segmento não permitido, sujeitando o operador a sanções legais.
Vale ainda lembrar que este arquivo foi elaborado tendo por base os planos da IARU, o que não significa, necessariamente, a adoção total por parte dos paises signatários, do que é estabelecido na integra. Cada pais adapta os planos as suas necessidades e interesses, resguardada, entretanto, a essência dos planos, o que resulta em raras e escassas discordâncias para com os mesmos (como as mencionadas nessa reedição).

 

USO DE ESTAÇÕES DE REPETIDORAS

Para quem usa de estações repetidoras continuamente, seria bom ter sempre presente a idéia, primeiro, de que a estação nem sempre está instalada, ao alcance fácil, no quintal do seu administrador; e, segundo, de que nem sempre o equipamento é infinitamente resistente. Para chegar-se às instalações de repetidoras faz-se necessário deslocamento, até de 100 km, para proporcionar-lhe a manutenção indispensável à sua permanência "no ar" como todos os radioamadores desejam.

1 - Por trás de uma repetidora há sempre um responsável, seja uma sociedade, seja o representante dela, radioamador classe "A", que por ela responde perante a ANATEL.

As conversas equilibradas, sensatas, cordiais, são sempre bem-vindas à comunidade dos radioamadores, seja o participante, associado ou não, do grupo responsável pela repetidora.. Quando, entretanto, o comportamento desanda para o inconseqüente, quando a repetição de acionamento do PTT é intencional para geração de onda portadora prejudicial, aí se configura o desrespeito, não apenas a quem é destinada a "brincadeira de mau-gosto", mas também àquele que administra a estação repetidora, da qual é o principal responsável perante a ANATEL. Pelos desmandos e desrespeitos praticados na faixa de operação da repetidora, o radioamador responsável é quem sempre vai convocado para justificar-se junto ao órgão fiscalizador.

2 - Ao equipamento em utilização deve-se dar reais condições de fôlego. E isto nem sempre acontece. No entusiasmo da conversa animada, interessante, jocosa, o comunicado se alonga por minutos a fio, ultrapassando o tempo-limite definido para a duração de um câmbio, recomendado e definido em três minutos. O uso demorado, sem a liberação do PTT, sempre "derruba" a repetidora que deixa de funcionar, e depois de alguns minutos voltará a funcionar, quando readquirir novo alento. Faz-se necessário dar à repetidora seu tempo de "respirar".

Todos nós defendemos a permanência, no ar, das repetidoras que nos servem, bem distantes da ameaça de penalidades que hoje pesam sobre elas, em decorrência de comportamento reprovável de poucos.

ÉTICA  OPERACIONAL

 

1 - Sempre que for solicitar algum colega, solicite-o pelo indicativo . Agindo dessa maneira, quem está na escuta não terá dúvidas de que é um radioamador que está querendo usar o repetidor.

2 - Sempre que entrar em alguma rodada, certifique-se que sabe o prefixo e o nome de cada um dos integrantes, bem como o assunto em pauta. Não existe coisa mais desagradável do que você estar falando com os amigos e alguém entrar interrompendo, fazendo "ping-pong" e não cumprimentando ninguén.

3 - Não tome partido sobre assuntos polêmicos.

4 - Se você não tem nada relacionado ao assunto que está em pauta para dizer, não entre . É melhor ficar só na escuta, pois entrando "apenas para dizer boa tarde", interrompe o QSO, e depois, por educação, passarão outra vez a palavra para você
que continuará sem nada para dizer.

5 - Tenha um vocabulário adequado. Um bom vocabulário tem de estar isento do excesso de termos pobres e vulgares, como palavrões e gírias. Por outro lado, não se recomenda um vocabulário repleto de palavras difíceis e quase sempre incompreensíveis.

6 - Seja cortez e educado. Lembre-se que embora a maioria absoluta de radioamadores sejam do sexo masculino, em suas casas sempre haverão crianças e mulheres ouvindo. Certa vez, estava acontecendo uma discução no repetidor e o nível baixou completamente. Minha esposa ouviu e me perguntou se era com isso que eu perdia horas e horas no "shack". Durma com esse barulho!

7 - Não ofenda e nem faça comentários pejorativos. Está se tornando comum "certos" radioamadores fazerem comentários maldosos no repetidor. Comentários que ofendem e constrangem não só o radioamador que querem atingir, mas também os outros que estão ouvindo. Esse tipo de comportamento deverá ser banido a qualquer custo. Portanto não se surpreendam se o repetidor for desligado no meio de um QSO.

8 - Se encontrar alguém sem prefixo usando o repetidor, ou chame-o para um direto ou saia da freqüência. Lembre-se, o pessoal da fiscalização da Anatel agora consegue ouvir o repetidor lá de São Paulo. Você está cansado de saber que não pode manter contato com clandestinos.

9 - Quando ouvir alguma portadora, evite comentar na freqüência . Faça de conta que não está atrapalhando ou se realmente estiver, diga que precisa desligar. A pessoa que dá portadora adora saber quanto você a odeia, quanto mais você reclama, mais ela fica feliz. Se você simplesmente a ignora, logo ela desiste.

10 - Quando precisa falar com algum colega sobre algum assunto muito específico, verifique se não conseguem contato pelo direto , assim o repetidor fica livre para alguém que precise usa-lo e vocês não serão interrompidos no assunto.

11 - Desestimule as pessoas que conhece que não tenham prefixo a usar os repetidores. Explique dos problemas que eles podem nos trazer. Incentive-o a estudar as apostilas e a fazer o exame.

olaboração: PY2JF, João Roberto

 

    MAPA DE PROPAGAÇÃO PARA VHF

Aos colegas que gostam do VHF, não deixem de verificar o mapa de propagação para VHF e UHF. As informações são disponibilizadas para o momento, portanto, sempre atuais. Tenha o hábito de consultar o mapa e fazer DX com outras localidades. 
Mapa de propagação disponível em:  http://www.globalserve.net/~hepburnw/tropo_sam.html 

 
RELAÇÃO DE REPETIDORAS DE VHF DO RS
Organização: PU3CRD - DORNELLES
FREQUÊNCIA  CIDADE PREFIXO ALTITUDE LOCAL POTÊNCIA OBSERVAÇÕES
145.210 GARIBALDI PY3GDI

720m

M.DO ESQUI 70 W atualmente em PARAI
145220 ENCRUZILHADA DO SUL PY3ENC 466m ALTO ALEGRE 100 W ARCO-CAÇAPAVA SUL
145230 CARAZINHO PY3CIO 590m CENTRO 40 W  
145240 GUAIBA PY3GRA 75 m CENTRO 30 W Rua Inácio Quadros
145250            
145260            
145270 PORTO ALEGRE PY3MST 311 m M.SANTANA 30 W  
145270 SÃO BORJA PY3SBJ 86 m BR 285-RURAL 50 W ASBRA(link c/jaguari)
145280            
145290 SANTA CRUZ DO SUL PY3 VER 280 m STA.CRUZ 40 W MUDOU P/STA CRUZ
145300            
145310 LOMBA GRANDE PY3RLG 185 m M.DOS BOIS 30 W MORRO DOS BOIS
145320            
145330 SANTA MARIA PY3RCG 312 m M.CATURRITA 20 W atualmenre fora do ar
145330 PORTO ALEGRE PY3RSA 280m M.P.REDONDA 80 W M.PEDRA REDONDA
145340 QUARAI          
145350 STO,ANTONIO PATRULHA PY3CRP 141 m RIBEIRÃO CIMA 30 W LICENC.PY3LUA
145360            
145370 SANTA MARIA PY3 SMA 350 m M.CATURRITA 45 W USRA
145380 IJUI          
145390 GRAMADO PY3RSC 873 m VILA SUÍÇA 80 W  
145400            
145410 SANT. DO LIVRAMENTO PY3SLV 280 m C.COQUEIRO 100 W  
145410 LAJEADO PY3RAT 90 m JARDIM CEDRO 80 W  
145420            
145430 SÃO LOURENÇO DO SUL PY3CAS 205 M M.ESPINILHO 20 W  
145430 SANTA ROSA PY3STA 350 m ESQ.CANDEIA 60 W TORRE RBS
145440            
145450 MORRO REUTER PY3RSB 720 m M.REUTER 80 W  
145460            
145470 CANDELÁRIA PY3JAM     20 W  ARCP
145480            
145490 NOVA PETROPOLIS PY3MFA 700 m MORRO 13 MAIO 20 W  
145490            
             
146600            
146610 SAPIRANGA PY3RVS 234 m M.FERRABRAZ 25 W  
146610 CATUÍPE PY3CRU 477 m ESQ.QUINZÓTI 80 W  
146620            
146630 ALEGRETE PY3SAR 115 m VILA NOVA 15 W link c/jaguari (sara)
146640 CAXIAS DO SUL PY3CXS 765 m CINQUENT. 40 W CINQUENTENÁRIO
146650 CACHOEIRA DO SUL PY3CD 186m VILAMARINA 50W ARCO
146660            
146670 CACHOEIRA DO SUL PY3CCA 186 m VILA MARINA 50 W ARCO
146680            
146690 PANAMBI PY3UDT        
146700 S.ANTONIO DA PATRULHA PY3FWW 141 m TRAV.ANTENA 50 W TRAVESSA ANTENA
146710            
146720            
146730 CAMAQUA PY3CMA 200 m R.LUIZA MARANI 80 W  
146740            
146750 BAGÉ PY3ABG 256 m R.ACAMPAM. 60 W RUA ACAMPAMENTO
146750 FLORES DA CUNHA PY3GVV 800 m M.DA LAGOA 25 W  
146760 SANTO ANGELO PY3STO 262 m V.CAZAROTO 100 W  
146770